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domingo, 7 de outubro de 2012

Crónicas de um fim de semana comprido

Nos últimos dias tenho estado ausente...mas só daqui! Tirar uns dias também faz falta e a altura não podia ser a melhor! Muita gente diz que na sexta foi feriado, porque foi a comemoração da Implantação da República...eu acho que a República já viu dias melhores...e se república é, mais parece a dos bananas! República dos Bananas! É isso! Como o dia 5 de Outubro é também o Dia do Professor, decidi comemorar com um belo de um passeio, pois apesar de não ser o melhor momento para o ensino, sempre vou tendo algumas alegrias e há que comemorar o facto de podermos fazer o que nos deixa felizes! 
Sábado fui visitar o meu príncipe Tobias, que ganhou a sua primeira cicatriz...marcas de uma infância feliz, livre e divertida...com os seus contratempos...O que importa é que o cobri de beijos e matei as saudades que já eram mais do que muitas! O Domingo é para relaxar...mas com os vizinhos do inferno...a coisa não está fácil!

sábado, 29 de setembro de 2012

Dias torpes

Os dias cinzentos ajudam a entorpecer o que já é torpe. Passam-se as horas, os dias e a única coisa que fica é a dormência...aquela dormência que impede de enxergar mais além, para lá do cinza dos dias.
Há dias que se encavalitam noutros dias...são todos vazios...vazios do que se quer realmente, do que já vem fazendo imensa falta...

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Que anestesia!

É assim que me sinto desde ontem...anestesiada! Só tenho medo é quando a ficha cair! Mas depois, logo se vê!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Já acabou o dia?

Ainda nem acabou a manhã e já me sinto cansada de mim...hoje não consigo nem fingir um sorriso!  Estou demasiado triste para isso...

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Quando não se aguenta a pressão...

...desiste-se e culpa-se os outros! Foi a esta conclusão que eu cheguei! 
Mas, os meus ombros são largos, aguentam bem o peso da culpa! Aguentam a pressão, sem desistir! E o meu nariz também agradece a pouca resistência dos fracos, pois assim respirará ar mais fresco. 
O latão de certas pessoas deixa-me boquiaberta, confesso! E a falta de memória para o que convém, também! 
Como diz o outro: "Vai-te encher de moscas, pá!"

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O regresso

Ter um bom ambiente de trabalho é essencial. No caso dos professores, nem sempre o companheirismo é uma constante. Vivem-se tempos de competição dura, em que basicamente o colega é visto como uma ameaça, logo, um alvo a abater.
No caso da escola onde trabalho, e no meu departamento em particular, esta particularidade não se verifica...salvo raríssimas excepções. Ter um mau colega de trabalho é igual a ter um mau vizinho... desgasta-nos, temos que levar com ele, mesmo que não queiramos e acaba por ter uma influência negativa no nosso dia. Por isso, o regresso ao trabalho é sempre um bom momento. Claro que bom, bom era viver em férias todo o ano! Mas confesso que me faz falta a confusão da escola, a correria entre aulas, as histórias dos miúdos. 
Hoje foi dia de voltar e de reencontrar, na sua grande maioria, os bons colegas. Infelizmente, os maus colegas não são invisíveis...nem mudos! Contudo há que saber canalizar as más energias para longe e sorrir muito! Afinal, dizem que a felicidade é a melhor arma a usar contra quem quer o nosso mal! 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

A espera

A espera é como um bichinho que vai corroendo, lentamente. Quase não se dá pelos danos, mas à medida que o tempo passa e paramos para reparar, já nos parecem irreversíveis. A espera alimenta-se do medo, da ansiedade e, a minha em particular, agrava-se com frases do género "quando menos esperares...". Quem espera o que quer que seja não espera mais hoje e menos amanhã. A vida é feita de esperas de vários tipos. A espera por uma resposta de trabalho, a espera por um telefonema, a espera por um filho, a espera por uma oportunidade, a espera por um diagnóstico...em qualquer dos casos, quando se espera ansiosamente, a tendência é aumentar e não diminuir, só culminando com uma resposta positiva ou negativa. Por isso, para os declamadores de pérolas como a supra citada, que tal guardarem esse tipo de opinião para vocês? Ou nunca esperaram por nada na vida? Ou então são seres perfeitos, dotados da capacidade de não sofrerem de ansiedade de nenhum tipo. Se assim for...parabéns! Já os outros, os comuns mortais, têm de lidar com a custosa e ansiada espera! E isso é mais do que suficiente. Não são precisas frases lindas que só resultam no Mundo Encantado das Frases Feitas. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

You say "eipple", I say "ápple"...




Talvez por ser professora de Inglês me irrite sobremaneira ouvir dizer "eipple".  Mais me irrita quando é um jornalista, que até faz uma reportagem inteirinha de 1 hora de duração, dizer " Steve Jobs escolheu a maça mordida como imagem de marca para não se confundir com o tomate. E assim começou a eipple. Blá, blá blá...eipple...blá blá blá... eipple..."  Diz-se "ápple", minha boa gente "ÁPPLE"! O "a" é aberto! Fico tola com isto! Até os meus alunos do 1º ano sabem dizer isto bem...

sábado, 28 de julho de 2012

Se...

"se eu tivesse um mundo só meu, tudo seria absurdo. nada seria o que é, porque tudo seria o que não é. e o contrário: o que é não seria e o que não é, seria. percebes?"
- Alice no País das Maravilhas :)

(como eu queria um mundo só meu...)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Desemprego é crime?

Ok...eu sei que há muita boa gente que se alambaza ao subsídio de desemprego e aproveita para fazer férias prolongadas vá-se lá saber como, já que o valor do subsídio é aquela fortuna, mas sinto-me uma verdadeira criminosa, a cumprir termo de identidade e residência, ao ter de me apresentar, quinzenalmente, na junta de freguesia! Parece que vamos fugir...e mais valia, que isto por terras de Portugal já deu o que tinha a dar...

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mãe...mas pouco

Imaginem o seguinte cenário: um carro parado em frente ao portão de uma escola. (até aqui tudo bem) Lá dentro, duas crianças muito pequenas (e por pequenas, quero dizer uma de 1 ano e pouco e outra com poucos meses) SOZINHAS, com as portas destrancadas... Pois...parece irreal, mas aconteceu hoje, na minha escola! Deparei-me com este cenário deplorável quando cheguei. Estava tão incrédula que espreitei para dentro do carro para perceber se estava a ver bem, e estava! Ali fiquei por cerca de 5 minutos (não fazendo ideia de há quanto tempo estariam ali, já), olhando para todos os lados e incapaz de arredar pé dali, deixando aquelas pobres e indefesas crianças à sua sorte. Decidi chamar a senhora da papelaria (ao lado da escola) que me disse que eram filhos de uma rapariga, que tem uma outra filha e que a foi só levar ao infantário. Escancarei os olhos com a explicação, pois não me serviu! A escola tem funcionários. E uma bela de uma campainha com intercomunicador. Iriam buscar a menina em questão sem qualquer tipo de problema. Contudo fui advertida "Professora, não diga nada que ela é muito malcriada e ainda a trata mal." Deixei-me ficar ao pé do carro até a "mãe" chegar. Mostrei-lhe o meu olhar de reprovação, que ela simplesmente ignorou. Fui directa à educadora da filha dela e expliquei a situação, que foi tida em consideração e será exposta numa reunião com a "mãe". Afinal, a família já está sinalizada como família de risco. E que risco! Mas verificar, fiscalizar, acompanhar...isso já é outra conversa!
Ultimamente tenho-me deparado com estas histórias de mães que não sabem ser mães...de mães que apregoam  amar namorados mais do que amam os filhos, de mães imprudentes e descuidadas. Quero muito ser mãe, e vejo esse sonho dificultado, o que muito me entristece. Não sou ninguém, até porque não tenho a experiência da maternidade, para dizer o que é ser mãe, mas tenho todo o direito de me revoltar com este tipo de comportamentos. Há pessoas a ter filhos pelos motivos mais errados. Aqui mesmo na zona onde vivo e trabalho, tenho exemplos de mulheres que têm filhos para agarrar os maridos que as traem, que têm filhos para receberem rendimentos mínimos e afins (como se Portugal fosse a Alemanha ou o Luxemburgo e isso desse uma fortuna), que têm filhos porque a amiga também teve e não querem ficar atrás...enfim...um sem número de razões que depois põem em risco o bem estar físico e emocional destas pobres crianças que não pediram para nascer. Chego à conclusão que o dom da maternidade não deveria ser dado a muito boa gente, que não o sabe valorizar e perceber do tesouro que recebem quando têm um filho...
Afinal, o que é isto de ser mãe?

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Péssimo timing, menina Chuva!





E afinal sempre chegou...a chuva! 
Devo confessar que já lhe sentia uma certa falta. Era desagradável ver tudo a arder...mas aparecer logo no dia em que calço umas sabrinas sem meias...não acho bem! Não acho! E que fique registado o meu desagrado quanto a esta questão! 

domingo, 25 de março de 2012

Sem paciência






Tenho cada vez menos paciência para certas pessoas. Parece que comem merda às colheradas. 
Das duas uma: ou têm trampa na cabeça ou a estupidez atacou em força! Seja qual for a razão, e pelo sim pelo não, vou tentar manter-me uma distância higiénica, não vá a coisa ser contagiosa!

sábado, 24 de março de 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012

Chuva de amor próprio


Onde acaba o amor próprio e começa o amor pelo outro? Para mim a barreira está bem definida. Mas parece-me que cada vez mais existe uma certa confusão e tudo se desculpa com a velha máxima "É por amor!" Antes de tudo, o amor deveria ser um sentimento nutrido por nós próprios. Como vais amar alguém se não te amas? Como vais mostrar ao outro que deves ser respeitada, que és merecedora desse amor, se pela tua própria pessoa demonstras o contrário? Muitas vezes, a ideia pré-concebida, que fazemos dos nossos relacionamentos, impele-nos a aceitar comportamentos inaceitáveis, faz-nos conformar, encolher os ombros e receber a "má sorte", com o pensamento que tudo irá mudar. Mas se a mudança não se der dentro de nós, nada mudará! Não podemos viver de migalhas...não somos formigas! Não devemos tratar como prioridade quem nos trata como opção! Não podemos deixar que as inseguranças ditem o nosso grau de felicidade. 
Uma chuvada de amor próprio, é o que faz falta! Esse sim, nutre a confiança, traz felicidade...daquela que vem de dentro e se quer fazer mostrar por fora! 


sexta-feira, 9 de março de 2012

Danças...



Com vontade de tirar as sapatilhas... cansada de me equilibrar nas pontas dos pés, que já estão mais doridos que a própria dor...Farta da rigidez, da postura perfeita, de fazer o correto. Quero dançar outras danças...mais libertas, relaxadas...quero dançar ao ritmo do sentimento...da minha música...

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Nota para mim


Contos de fadas são para as crianças! Acreditar demais pode levar-te a este resultado...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012