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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dia 49: Quando a memória é fraca...e a distração ajuda!

"Teacher...o que é pencils?
"L. estás a fazer uma ficha...não posso dizer!"
"Teacher o que é doll?"
"L. já te disse que não posso dizer..."
"Teacher o que é red?"
"L., será possível não saberes nenhuma dessas palavras?"
"Acho que estive distraída nessas aulas..."

sábado, 21 de janeiro de 2012

Dia 48: O Mito da Agulha

"Professora, tem filhos?"
"Ainda não."
"Eu vou ter 4 filhos. Fiz o teste da agulha! (certeza absoluta) É certinho! Mas eu só quero dois..."
"Então o que vais fazer aos outros dois?"
"Já tenho tudo pensado. Quando tiver dois filhos, separo-me do meu marido e já não tenho mais!" 
(tão deliciosamente ingénua a certeza das crianças!)

domingo, 15 de janeiro de 2012

Dia 47: Imposições antigas (ou não)

(Ainda sobre o tema família)

"Teacher, acredita que a minha avó só tem 49 anos?"
"Sim, D. Se me dizes acredito!" 
"Olhe, ela e a minha mãe só têm 15 anos de diferença!" 
"A tua avó foi mãe aos 15 anos?"
"Sim...o pai dela disse lhe assim: só te deixo casar se engravidares...e ela engravidou!"




quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Dia 46: Sai do meu coração!

(Trabalho acerca da família: colagem de fotografias)


"Teacher, a minha mãe diz que não quer estar num coração com o meu pai, porque são separados..."
"Mas esse não é um coração. É o teu...e nele há espaço para os dois..."



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Dia 45: Relações (muito) modernas

Aula com o 4º ano:

"Oh D.F, o que é que tantos olhas para a D.? Parece-me um caso de amor!"
D.:"Não teacher, nós já acabamos..."
(Boca aberta...a minha!)

No fim da aula:

D.:"Sabe teacher, uma vez quando eu e o D.F ainda namoravamos, ele disse-me que ia ser trolha, para fazer uma casa para nós, quando casássemos..."
(Fiquei sem palavras...)
(Como teve esta miúda coragem de acabar um namoro com o Sr Romance em pessoa?)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dia 44: Ora bolas!



(enquanto coloriam uma recriação do nascimento de Jesus...)


"Teacher, existem vacas castanhas com bolas pretas?"
"Não...vacas com bolas não existem..."




(a língua portuguesa é de facto muito traiçoeira!)



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Dia 43: Confusões matemáticas



"Ui D.! Tiveste Não Satisfaz a Matemática? Nem parece teu..."
"Oh professora, que quer? Os problemas de matemática...o meu pai não os sabe resolver..."
"Já percebi porque tiveste negativa...não é o teu pai que tem de os resolver...és tu!"

Dia 42: Uma questão "atómica"

"Sabe professora, esta noite dormi muito mal!"
"Ai sim? Porquê D.?"
"Vomitei muito...tive uma dor de barriga atómica!"
"Quê? O que é uma dor de barriga atómica?"
"Oh professora, é que estava ali a ler sílaba atómica (leia-se sílaba tónica) e lembrei-me de dizer..."

(Verdade seja dita...se a dor de barriga era mesma a mais acentuada, até faz o seu sentido!)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Dia 41: Momentos mal cheirosos

(Aula ao 1º ano)


"Teacher...cheira mal aqui..."

"C....foste tu outra vez?"
"Não professora...não fui eu!
"Vá, diz a verdade. Foste tu ou não?"
"Não fui professora. Não fui, a sério, porque o meu cu está fechado..."


(Ainda tentei, mas não consegui prender o riso...)
"Não se diz isso, C. (ainda a sorrir, contra a minha vontade) Afinal das contas, foste tu ou não?"
"Fui, pronto!"

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dia 40: Cantorias



Cenário: Sala de 1º e 2º ano
Cena: Ensaio da canção para a festa de Natal
Modo desconcentrado: On

(depois de voltarem à Terra, com o auxílio de um ralhete em tom...digamos, mais alto que o costume)

"Estão a ver como fazem bem? Mas foi preciso ralhar...temos de ensaiar para fazermos bonito na festa. Ou acham que eu também vou ralhar na festa? Nem pensar!"

"Pois professora...era uma vergonha! As pessoas iam todas dizer: Ui...que horror...estes meninos não são para danças!"  
(adorei o termo "não são para danças", saído da boca de uma pequena de 7 anos)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Dia 39: Deduções lógicas





(Ontem)


"Olhem, isto hoje não vai correr bem se optarem pelo barulho..."
"Pois...é segunda-feira!"  (Este miúdo vai longe! Mestre da perspicácia!)

Dia 38:Teorias natalícias



(ontem)
"Oh professora eu acho que sei porque é que os elfos são verdes..."
"Conta lá F."
"Eu acho que tudo era verde, mas depois o Pai Natal ficou vermelho por causa da coca-cola...mas a coca-cola não deve ter patrocinado os elfos e eles continuaram verdes!"



(pareceu-me uma ótima teoria...)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Dia 36: Entusiasmos de artista

(Depois de explicar a minha visão para a actuação da festa de Natal)


"Oh Teacher...você é a maior!"
(Ok...é possível que me tenha entusiasmado um bocadinho...mas eu seja cadela se não vão fazer tal qual eu disse...E BEM!)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Dia 35: Verdades são para serem ditas






"V. deixa-me lá ir embora! Estás aí à minha frente a olhar para mim porquê?"
"Porque tu és muito linda!"






Porque há dias em que quero acreditar que as crianças não dizem mais do que a PURA verdade... 

Dia 34: Interesses que falam mais alto

(Escrito no quadro preto, a giz de várias cores) :

"Teacher nós gostamos muito de si. É muito nossa amiga. Nós queremos pedir desculpa pelas vezes que não nos portamos bem. É que queremos comer as ginger cookies na última aula...Adoramo-la!"


Subtileza ao seu mais alto nível...digo eu!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Dia 33: Uma questão de sangue




"Sabe teacher, quando vejo um filme com cobras, depois de noite sonho que elas estão a dar cabo do meu pai..."


(Surpreendidíssima!) "E gostas muito do teu pai, certo, G?


"Claro...!"

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dia 32: Desculpas esfarrapadas

"Professora, o J. está a rir-se de mim porque eu cortei a franja..."
"Não estava nada professora...foi o R. que me contou uma piadinha!"


(Eu, já sem paciência para queixinhas...lembrem-se que é segunda!)
"R. conta lá a piadinha, que nos queremos rir todos..."


"Quer dizer (sentimento de culpa, olhos no tecto à procura de uma desculpa rápida, já que não podia olhar para a franja da colega, que o fazia rir)...não foi o R.! Fui eu que disse a mim mesmo, para a minha cabeça, lá dentro...e como era muito engraçado...eu ri-me!"