leram-me

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sinto a tua falta

Hoje forçaram-me novamente a lembrar de ti. Não uma boa lembrança, das que trago no coração todos os dias. Obrigaram-me a lembrar do pior dos dias...o da tua partida. Sinto mais saudades do que pensei que ia sentir. Ainda tenho o nó na garganta e o estômago embrulhado. Achei que o tempo fosse amenizar, mas tem tido efeito contrário. Custa ter a consciência que não passas de uma recordação, que vives apenas no meu coração. Custa saber que não vais conhecer os meus filhos. Custa tratar dos teus assuntos, quando já não há mais nada a tratar. Custa decidir o que escrever naquela que será a tua última homenagem. Enquanto tenho o barulho das gargalhadas das pequenas, o sorriso aparece, com um misto de tristeza, por não as veres juntas e felizes, cheias de vida! Quando o silêncio preenche todos os espaços da minha casa é inevitável pensar em ti, em tudo o que vivi contigo, desde que me lembro de ser gente. Foste de facto uma presença muito importante na minha vida. E acho que só agora me vou apercebendo do quão imprescindível és. 

O tempo é agora

Tempos houve em que me apeteceu parar o tempo, congelá-lo...outros em que acelerá-lo me pareceu o mais indicado. Julgo que o mais sensato é viver o agora, sem ressentimentos do que já passou e sem medos do que há-de vir...isto na teoria, porque na prática tenho vontade que seja Setembro já, e que todos os relógios tivessem paralisado em Janeiro... As vivências de ontem são importantes pelo que já foram, pelas marcas que deixaram, pelas mudanças que causaram. As de hoje são uma dádiva, por isso chamamos presente ao agora. As de amanhã, nem vale a pena pensar nelas, porque pertencem ao desconhecido futuro e esse...é sempre uma surpreendente incógnita! 

Lista de tarefas

Ontem e hoje tem sido um verdadeiro corridinho, com mil e uma coisas para fazer! Parece que quanto mais faço, mais tenho para fazer! Os dias não têm fim e os recados também não! Vamos lá ver quando vou arranjar algum sossego...se calhar, preciso de pôr sossego na minha lista de tarefas do dia...

terça-feira, 19 de julho de 2011

Inquilinos novos

Esta madrugada, a minha gata Marta teve a sua primeira (e espero que última) ninhada. Nasceram 3 gatinhos, mas um deles acabou por morrer, pelo que neste momento há mais dois novos inquilinos, cá em casa. Acho que isto nunca esteve tão povoado! 

Imaginação dos dias cinzentos



Dias cinzentos + 2 crianças = problema

Dias cinzentos + 2 crianças x imaginação = solução

segunda-feira, 18 de julho de 2011

domingo, 17 de julho de 2011

Meio metro de amor

O amor pode vir em "pacotes" bem pequenos, mas ainda assim, enche-nos o coração de alegria e devolve-nos a vontade de sorrir. O dia foi bom! O amor transbordou! O sorriso instalou-se e sorriu toda a tarde! Tudo graças a esse pequeno ser, que me desassossega de cada vez que sorri para mim!
Sou de facto uma tia babada...mas como poderia não o ser?

Chuva de estrelas

Queria poder puxar cada estrela do céu, para abrilhantar o meu mundo, enquanto durmo...para que o seu pó se entranhasse nos poros da minha pele e me fizesse acreditar que o meu céu estrelado está mesmo ali, ao alcance da minha mão.

sábado, 16 de julho de 2011

Pimenta no cu dos outros para mim é refresco

"Há pessoas com problemas bem mais graves!" Não sei se será mau feitio meu, mas detesto que me digam isto! Até porque, se analisarem bem as coisas, também as há com problemas menos graves. Se são mais ou menos graves, não interessam a ninguém a não ser ao próprio. Eu não sou excepção! Tenho os meus problemas. É com eles que vivo. É a eles que tento ultrapassar diariamente. Não me vou alegrar, só porque existem pessoas que sofrem mais do que eu. Eu sei de mim. Estas citações, próprias de conversa de circunstância, vindas de bocas que são tudo menos desconhecidas, deixam-me sobremaneira arreliada, para não dizer coisa pior!

Palavras




Pelas palavras nos expressamos...
Pelas palavras nos magoamos...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mergulhar


Vamos lá procurar a inspiração noutras paragens! 

Palavras difíceis

Há palavras difíceis de escrever. Queria que simplesmente escorregassem do meu coração, pelos meus braços, até às minhas mãos...que cada palavra saísse pelos meus dedos até ao papel, para que pudessem então ficar registadas com verdadeiro sentimento. 
Há palavras muito difíceis de escrever...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Essa língua chamada Amor

De facto o amor é a língua universal que todos sabemos falar! Ontem tive a certeza que basta um sorriso sincero, aberto, e uma boa dose de amor para todas as barreiras, linguísticas e não só, se vencerem num ápice! As crianças ensinam-nos, de facto, mais do que por vezes admitimos. No meu caso, tenho sorte! Vivo rodeada de crianças, o que me faz ser uma privilegiada e me permite aprender muito, diariamente. 

Era tão bom, se pudessemos manter sempre a doçura e a inocência que temos quando somos crianças...

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Casa Cheia

Hoje a casa fica cheia! Cheia de pessoas que amo tanto, cheia de sorrisos rasgados, cheia de alegria, cheia de gargalhadas...cheia de vida! Não via a hora deste dia chegar! Depois de meses tão difíceis, em que o sorriso era apenas um embuste, tal não era o medo e a tristeza, chegou a hora de voltar a sorrir todo o dia!   Que bom! 


Bem vinda Família Ljungbeck! 

terça-feira, 12 de julho de 2011

Papéis duros

Realmente, arrumações e tomar conta de crianças não são tarefas compatíveis. É certo que me tenho em boa conta e acho sempre que sou capaz de tudo e de mais alguma coisa...mas hoje foi demais! Estou tão, mas tão cansada! Todo o meu reino pelo meu sofá, uma almofada e a minha mantinha!

Incentivo

Para poder basta querer! 

Limpar o céu

Vou aproveitar a faxina doméstica e limpar também o céu! É que já chega de cinzento e preto. Quero azul! Quanto mais não seja, na vastidão dos céus!

(sonhar não custa)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Arrumações

Ainda não percebi porque raio é que guardo tanta papelada, que nunca mais me vai servir para coisa absolutamente nenhuma! Hoje perdi horas à volta da minha mesa do escritório. Tinha prometido a mim mesma não ter pena de deitar fora nenhum papel. Nem voltar atrás na decisão do que já está destinado ao lixo. A coisa correu-me bem e consegui tirar um caixote de papeis para reciclar e dois sacos cheios de tralhas que já nem me lembrava que tinha. Pelo menos já se vê o tampo da mesa, o que é um progresso. Amanhã tenho outra estafa pela frente...já para não falar da pilha de roupa que me espera pacientemente no cesto! Mas quando é que me elegeram fada deste lar? 

(estou a ponderar a hipótese de apelar à verdadeira fadinha do lar...será que ela me atende?)